IA dos EUA ataca 6 mil alvos no Irã em três semanas

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LUANDA (O SECRETO) – O Maven Smart System, desenvolvido pela Palantir e impulsionado pelo modelo Claude da Anthropic, permitiu às forças armadas americanas atingir mais de 6.000 alvos no Irã desde o início da campanha, em 28 de fevereiro, informou o Comando Central dos EUA (CENTCOM).

A tecnologia comprimiu semanas de análise de inteligência em horas, processando imagens de satélite e dados em tempo real.No entanto, uma investigação preliminar do Pentágono aponta que os EUA foram provavelmente responsáveis por um ataque de míssil Tomahawk contra uma escola de meninas em Minab, sul do Irã, matando mais de 165 civis, a maioria alunas de 7 a 12 anos.

Dados de alvos desatualizados da Agência de Inteligência de Defesa indicavam que o prédio fazia parte de uma instalação da Guarda Revolucionária Islâmica, apesar de reformas em 2017 que o separaram claramente da base militar, com murais visíveis no Google Maps.A tragédia intensificou críticas à supervisão humana.

Mais de 45 senadores democratas exigiram explicações do secretário de Defesa Pete Hegseth sobre a prevenção de vítimas civis, em meio a cortes no Pentágono sob o governo Trump. A Anthropic processou a administração por proibir o Claude, alegando retaliação após a empresa recusar usos em vigilância doméstica e armas autônomas.

O caso expõe dilemas éticos da IA na “cadeia de morte”, com ex-funcionários do Pentágono alertando para a dependência excessiva da tecnologia em detrimento de análises humanas rigorosas.

Gostaria de ajustes no tom (mais neutro ou opinativo), no comprimento ou em elementos como foco em Angola/Luanda para contextualizar o impacto regional

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